terça-feira, 12 de maio de 2009

A independência dos EUA

João Daniel - Colégio Batista Mineiro 8° ano H

A independência dos EUA ( página 29 a 33)

VICENTINO, Cláudio, Projeto Radix: 7ª Série. São Paulo, Editora Scipione, 2005 (pág. 20 a 33)


A INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS

Na Europa a burguesia queria aumentar seus poderes políticos, mas na América, as três colônias desejavam que a Inglaterra acabasse com entraves colonialistas ao comércio com o velho mundo. Então, os colonos passaram a ser contra o domínio da metrópole sobre eles totalmente inspirados pelo iluminismo iniciaram um movimento de independência.
As colônias inglesas eram formadas por ingleses protestantes. As colônias do norte eram formadas por pequenas e médias propriedades com mão de obra livre que produziam para ajudar o mercado interno. Já as colônias do sul eram formadas por latifúndios com escravos que produziam para ajudar o mercado externo. Enfim, eram colônias de exploração. Também se diferenciariam na sociedade, com diferentes classes sociais: No norte havia pequenos proprietários e no sul grandes latifundiários, pequenos proprietários e escravos africanos.
A metrópole inglesa limitou a autonomia das colônias norte-americanas com o interesse de garantir os mercados consumidores e os fornecedores de matérias-primas.
A situação piorou com a guerra entre a França e a Inglaterra, a guerra dos sete anos. A Áustria e a Rússia disputavam os estados alemães. A Inglaterra, junto com os colonos americanos ganharem da França. Então veio a parte ruim, a metrópole inglesa cobrou os custos da guerra dos colonos e esses revoltados lutaram pela independência incentivada pelo iluminismo.
Os colonos compravam melaço das Antilhas, produto tirado do açúcar. Então, a Inglaterra fez um imposto para a compra desse produto, a Lei do Açúcar. Também fez a Lei do Selo que exigia a presença de um selo feito pela Metrópole em todos os documentos, jornais e revistas na colônia, garantindo a arrecadação e o controle pelos ingleses. Ainda criou um imposto sobre o chá, consumido pelos colonos americanos. Todas essas leis eram as leis intoleráveis e os colonos exigiam seu fim lutando pela independência.
Houve então a Guerra de Independência das 13 Colônias. A Inglaterra ganhou o primeiro, mas depois com a ajuda da França e da Espanha, os colonos americanos venceram e conseguiram a independência. Estabeleceu-se o Tratado de Versalhes que confirmou a independência das colônias norte-americanas e a devolução das terras perdidas por França e Espanha, a Inglaterra deu o território que estava entre os grandes lagos dos norte-americanos.
Após a independência, o governo foi organizado com duas idéias politicamente opostas: A Republicana e a Federalista. A primeira defendia a autonomia dos Estados e a segunda limitava essa autonomia.
A Constituição dos Estados Unidos foi aprovada e o poder era dividido em três partes: O executivo, legislativo e judiciário. A constituição buscou um equilíbrio entre as idéias republicanas e federalistas considerando só os homens.

A Independência das 13 colônias da América do Norte

Bruno Albuquerque Figueiró - Aluno do 8o ano H do Colégio Batista Mineiro

A Independência das 13 colônias da América do Norte - (página 29 a 33)-Segundo Capítulo. VICENTINO, Cláudio. Projeto Radix: 7a Série. São Paulo: Editora Scipione, 2005.

A Independência das 13 colônias da América do Norte


A Independência das colônias inglesas foi um movimento de emancipação política, em que, influenciados pelas idéias iluministas, os colonos passaram a questionar o domínio metropolitano. Mas para entender melhor essa insatisfação por parte das colônias à metrópole, vamos primeiro compreender a origem colonial e a dominação inglesa sobre eles.


Bem, as colônias inglesas “foram fundadas por migrantes ingleses que fugiam de perseguições religiosas e políticas, buscando um local onde pudessem viver e constituir uma vida melhor”. Essas colônias podem ser divididas em duas, baseando-se nos seus sistemas fundiários: as colônias do centro-norte - policultura, minifúndio, economia de subsistência e mão-de-obra livre ou servil - e as do Sul - monocultura, latifúndio, economia exportadora e mão-de-obra escrava.

Até o século XVIII tudo ocorria bem, as colônias até gozavam de uma relativa autonomia administrativa, porém essa situação começou a mudar. Nos meados do século XVIII “iniciava-se na Inglaterra a Revolução Industrial, que levou à adoção de politícas de ampliação e preservação dos mercados consumidores para os produtos manufaturados e de fornecedores de matérias-primas, portanto, o governo inglês voltou a atenção para suas colônias, limitando-lhes a autonomia.

O agravamento dessas relações deu-se com a Guerra dos Sete Anos, um conflito armado entre a França e a Inglaterra pela disputa de territórios a oeste das colônias, pois suspeitava-se que havia ouro nessa região. Vencedora da guerra, a Inglaterra decide cobrar os custos dela, dos colonos, que ficam insatisfeitos.

Juntamente com os custos da guerra que foram cobrados da colônia, a Inglaterra decide criar outros impostos para aumentar a sua arrecadação, como a lei do açúcar (taxava pesadamente o comércio com o açúcar antilhano) – essa lei prejudicava o comércio triangular, que era um ciclo comercial entre as colônias, a África, as Antilhas e a Europa, em que eram importados e exportados o açúcar, escravos, peixes, cereais, peles de animais, madeira, gado e rum - a lei do Selo ( todo documento que circulasse na colônia deveria ter o selo da coroa inglesa ), a lei do chá e taxas sobre o papel, vidro e chumbo. Isso fora as leis intoleráveis, como a lei do aquartelamento, lei de Quebec e do Porto de Boston.

Indignados com todas essas leis, os colonos se reúnem e convocam o primeiro Congresso Continental da Filadélfia pedindo o fim das leis intoleráveis, porém seu pedido foi negado pela metrópole. Então, no ano seguinte, no Segundo Congresso Continental da Filadélfia declaram a guerra de independência dos EUA. Os colonos conseguiram uma grande ajuda dos franceses e espanhóis, inimigas dos ingleses, por isso venceram a guerra e conseguiram que a Inglaterra reconhecesse a independência política, econômica e social dos Estados Unidos da América.


Como essa vontade dos colonos em serem independentes baseava-se em princípios iluministas, a constituição americana também baseou-se no iluminismo, prova disso são estes pilares dessa constituição: poder tripartido ( legislativo, judiciário e executivo ), democracia representativa, liberalismo político e a universalização dos direitos, além dos progressos materiais e institucionais. Portanto, a Independência das 13 colônias foi mais um modo de propagação das idéias iluministas.

sábado, 2 de maio de 2009


Mariana Luiza, Carla de Souza, Lethícia Leite, Ana Carolina Pegnolate, Guilherme Lima, Júlia Bonifácio e Evelyn Sephanie - Alunos do Colégio Batista Mineiro - 8o ano H

Crise Econômica Global

História do Presente

Causa da Crise:

Desde um bom tempo atrás, até pouco, comprar um imóvel nos EUA era realmente um bom investimento. Várias pessoas tinham imóveis. Mas só isso não bastava. As pessoas querem carros, artigos de luxo, enfim, querem consumir. Como os juros nos Estados Unidos são baixos, compensa emprestar dinheiro.
As pessoas começaram a hipotecar casas para pegar dinheiro vivo e gastar. Gastar muito. O consumo, obviamente, aumentou consideravelmente, tanto que a produção não conseguiu acompanhá-lo. Quando isso acontece, a impiedosa inflação toma conta.

Consequências para os EUA:

Nos Estados Unidos, os problemas atingiram uma proporção tão grande que a montadora GM, junto com Ford e Chrysler- outrora chamadas as Três Grandes, porque dominavam o setor - foram ao congresso americano para pedir uma ajuda federal de US$ 50 Bilhões, que poderá ajudá-las a sair da crise. Os papéis da empresa chegaram a cair 31% na segunda, cotados a US$3,02. Desde Maio deste ano, quando valiam US$20,37, os papéis da GM perderam mais de US$15 ativos financeiros em todo o mundo em 50 trilhões de dólares no ano.

Consequências para o Mundo:

A Crise Mundial reduziu os valores ativos financeiros em todo o mundo em 50 trilhões de dólares no ano passado, segundo estudo do Banco de Desenvolvimento Asiático. As perdas nos países em desenvolvimento da Ásia, que sofrem mais que quaisquer outros emergentes foram de US$ 9,6 Trilhões.
Consequências para o Brasil:

Mas não é apenas no mercado norte-americano que a GM vem enunciando medidas para lutar contra a crise. No Brasil, apesar da ajuda do governo federal, para a retomada do crédito destinado ao financiamento de veículos - atendendo ao pedido da própria indústria automobilística-, o setor segue anunciando medidas de corte de produção, sinal de que não aposta na melhora do mercado nos próximos meses.
As soluções propostas para superar a crise:

É esperado que a maioria dos membros do G7 concorde com os 65 pontos propostos pelo FSF, incluindo as medidas que visam melhorar a gestão de risco, de forma a permitir que os bancos não sejam apanhados desprevenidos como aconteceu este ano no campo do credito bancário. Este estudo procura criar condições para haver uma maior transparência na economia norte-americana.